domingo, 9 de agosto de 2015

Lágrimas soberbas, por Evelyn Gomes


"O sol se reparte em crimes
espaçonaves, guerrilhas
em cordinales bonitas
Eu vou...” (Alegria, Alegria – Caetano Veloso).

Iludo-me com objetos simplórios, feitos de sangrias econômicas e o bombardeio de vidas cujas feridas arduamente tateada sobre a pela rústica. Sob lágrimas do qual um dia já se fizeram rios. Rios de leitos cadáveres.

Mortes ocasionadas holocausticamentes por seres ignorantes. Virou a peculiaridade do caráter humano. Essa “arte” é encarecidamente patrocinada desde o ser primitivo até os atuais dias.

Esse “defeito”, seja por pele escura, portadores de necessidades especiais, os diversos segmentos religiosos, dentre outras desculpas. Nunca houve de existir, somente acrescida em nossos pensamentos. Como robôs manipulados pela crença de arrogância e superioridade que assombra o humano.

A sociedade é banal, sempre foi. Um veredicto de estudarmos essas guerras na qual se predominam, ao invés de assuntos benevolentes e progressistas de cada nação.

São ocasionados por pequenos desentendimentos aumentando drasticamente. Os mínimos detalhes em nosso dia-a-dia, considerados “normais”: roubos, assaltos, agressões físicas e verbais. Agregam-se gerando uma Terceira Guerra Mundial.

Inteligente é aquele que sabe respeitar as diferenças, leva-los para a sua vida como uma fonte de aprendizado e sabedoria. O convencional vai ser sempre errôneo.


Evelyn Leme Gomes


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É aluna do Ensino Médio (1º ano) em Mogi das Cruzes, bem como, de ballet clássico e jazz. Facebook Evelyn Gomes.


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