sábado, 19 de outubro de 2013

Traduzir ou não traduzir, eis a questão.., por Joyce Gomes

Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock
O Facebook, às vezes, é um local que podemos descobrir coisas e adquirir conhecimento. tudo depende do que se é compartilhado por seus usuários. Pois bem, ontem eu estava navegando pelos feeds dele quando me deparei com um tema bem interessante...

Como sou professora de inglês, sempre ouço perguntas do tipo "Como se fala isso em Inglês?" ou "Qual é a tradução dessa palavra em inglês para o português?" ou "Como é o meu nome em Inglês, teacher?", enfim, dentre outras questões. 

Pois bem, já sabia que muitas coisas não podem ser traduzidas (e vivo ressaltando isso para meus alunos) e tão pouco os nossos nomes, pois a nossa identidade permanece sendo a mesma independente do lugar. E complemento isso com uma pergunta ao explicar "Quando você muda de casa, você vira outra pessoa ou continua a mesma?

Pois é, a gente muda de casa, vai e vem de determinados lugares, mas nossa personalidade continua a mesma. E o nome da gente é uma pequena marca dessa nossa personalidade. Logo, o "seu" nome não muda, pois "você" continuará sendo "você" em outro lugar. A única coisa que muda é o sotaque (accent) no momento da pronúncia do seu nome dependendo do lugar que se for. 

E isso que acontece com os nomes da gente, também acontece com as palavras, já que não possuem traduções. Bem como, substituir uma "palavra" pelo seu "sinônimo" também altera um pouco a sua significação e/ ou acrescenta algo a ela.

As palavras são sim específicas de um determinado local e possuem a sua significação dentro de determinado contexto. E isso pode variar de um país para outro, de uma cidade para outra e até mesmo de um bairro para outro...

No artigo que li em questão, menciona três termos que conhecemos, que sofre ou não alteração literal durante a "tradução", e utilizamos em nosso cotidiano: Cafuné, sobremesa e saudade. (Quer conhecer as palavras mencionadas por Ian Castelli e, sua postagem? Acesse o link "17 palavras de outros idiomas que não possuem traduções literais"). 

Em suma, ao traduzir algo (ou utilizar sinônimos) é preciso compreender o contexto e interpretar de acordo com ele, pois a tradução de algo isolado pode causar sérios ruídos na comunicação.

Boa viagem ao mundo das palavras!

Joyce Gomes
19 de dezembro de 2013


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Professora da Rede de Ensino de Poá, Graduada em Letras (UBC), Graduando em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda (UMC). Conquista da Menção Honrosa e de Prêmios com o grupo Vibe Comunicação na UMC: Relatório Acadêmico "Do Fusca ao New Beetle: Trajetória de Campanhas (Menção Honrosa - 2009)"; Painel, Relatório e Campanha Alternativa "Marketing Esportivo no Futebol" (Prêmio Excelência - 2010); Painel e Campanha Publicitária "Associação Cultural Opereta" (Prêmio Excelência - 2011). Participou do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/UMC) com a pesquisa "Trajetória de campanhas do Fusca e o seu impacto sobre o consumidor" (2010/2011). Finalizou recentemente o curso Elaboração de Materiais Didáticos com Recursos Tecnológicos e Produção de Conteúdo para Educação Online (SENAC/2013). É voluntária, desde 2011, como Secretária na Diretoria Executiva, bem como na Comunicação da Instituição Cultural Sem Fins Lucrativos Associação Cultural Opereta. Conquista do Prêmio (2011) e da Menção Honrosa (2012) no 7º e 8º Prêmio Mogi News/ Chevrolet de Responsabilidade Social com o Projeto "Passos da Paixão", da Associação Cultural Opereta. Atualmente desenvolve os blogs Associação Cultural Opereta, Balcão da Arte,Guitarra Flutuante, Joyce Gomes: Professora e Publicitária e Passos da Paixão.

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